quinta-feira, 20 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Aulas 17 e 18:
Nessa última semana o coral foi bem proveitoso, por incrível que pareça surgiram novas pessoas para cantar, consequentemente enriqueceu a massa sonora do coral.
Novamente dividimos o ensaio entre vozes femininas e vozes masculinas, já que tinham novos alunos, com isso, passamos as duas músicas sendo Jesus num presépio e Anjos descem a cantar. No geral as vozes ficaram a contento, pelo pouquíssimo tempo de ensaio que tivemos e uma boa parte das vozes ter ensaiado a música pela primeira vez, o resultado foi satisfatório. Conforme havia combinado, darei continuidade ao coral mesmo tendo encerrado o estágio, pois teremos uma cantata de natal em dezembro.
domingo, 9 de novembro de 2014
Aulas 15 e 16:
Nessa semana a aula foi bem mais participativa, devido a vários desafios enfrentados ao longo do estágio por conta da variedade de alunos em cada atuação, resolvemos (eu e a irmã Marília) divulgar a formação de um coral por todas as outras unidades da igreja pela cidade. Consequentemente o interesse aumentou bastante, e as músicas parecessem ter tomado mais forma durante essa semana. Inicialmente trabalhei com as vozes masculinas sendo duas músicas, “Jesus num presépio” e “Anjos descem a cantar”, já que a princípio faremos uma apresentação de fim ano na igreja com esse coral. Talvez essa animação seja por conta dessa apresentação de final de ano do coral, o que deixou as aulas bem mais movimentadas e animadas. Para que os ensaios fluíssem melhor separei os ensaios em vozes femininas e vozes masculinas, sendo as vozes femininas ensaiadas comigo primeiramente, depois treinadas pela irmã Marília e uma pianista. As vozes masculinas dei um pouco mais de atenção por conta de serem a minoria e ainda pelo pouca quantidade de tenores. Contudo hoje fizemos um ensaio geral com todas as vozes e começou a dar um aspecto de coral. Obviamente ainda existem muitos detalhes a serem lapidados, mas fiquei feliz e satisfeito com o desempenho deles. Nas aulas passadas enfrentamos alguns desafios em relação ao número de mulheres ser maior do que o de homens, mas essa semana já começou a alguns homens a se interessarem pela coral, espero que firmem compromisso e somem ainda mais nas vozes.
sábado, 1 de novembro de 2014
Aulas 11 e 12 reflexões:
Nessa semana deu mais ênfase no canto coral, trabalhamos com algumas músicas da igreja, como por exemplo, “Juventude da promessa”, em que podemos formar um breve coral para trabalharmos a música. Algo interessante é que os componentes do coral, em sua grande maioria não eram os alunos que estavam presentes ao longo das semanas nas aulas, porém pelo pouquíssimo tempo que tivemos para ensaiar a música, o resultado foi satisfatório. Propus algumas músicas de caráter natalino para que pudéssemos ensaiar a partir de semana que vem, sendo elas “Jesus no presépio” e “Anjos descem a cantar”, espero que isso mobilize outros participantes, para formarmos um coral para uma apresentação natalina no fim do ano.
Tenho adotado esse procedimento para motivar outras pessoas a participarem não só das aulas de música, mas principalmente a cantar no coral, já que fazer parte de um coral tende a ser mais interessante, do que somente obter aulas teóricas relacionadas à regência.
Aulas 9 e 10 Reflexões:
Nessas aulas em especial, comecei a
trabalhar mais com a prática, aliada aos conceitos teóricos abordados ao longo
das aulas, como os tempos fortes e fracos, as fórmulas dos compassos simples,
como o quaternário, o ternário e o binário, juntamente com seus respectivos
compassos compostos, para orientá-los na hora de reger. Para ilustrar um pouco
dos tempos fortes e fracos, utilizei o áudio de alguns estilos musicais na
tentativa de leva-los a uma compreensão mais eficaz. Infelizmente a grande
maioria deles errou praticamente tudo, para encontrar a fórmula de compasso da
música em questão. Algo interessante é que quando visualizam a escrita musical,
como por exemplo, nos hinários da igreja, parece que associavam melhor a música
tocada ao piano com a métrica, consequentemente conseguiam reger melhor, do que
apenas ouvir um áudio qualquer e tentar localizar os tempos fortes e fracos.
Assim, dei mais ênfase nesse quesito, identificar o andamento, depois os tempos
fortes e fracos da música, com isso, saber qual fórmula de compasso estava em
questão.
No geral os alunos esboçaram desejo em
participar, mas apresentaram bastante dificuldade, para encontrar a métrica das
músicas e onde se situavam os tempos fortes. Nas palavras de Bondía (2002), “o sujeito da experiência se define não por sua
atividade, por sua passividade, por sua receptividade, por sua disponibilidade,
por sua abertura”, mas sim na maneira da “exposição” a uma dada atividade
juntamente com todos seus riscos, ou seja, é impossível haver experiência a
aquele que “nada ocorre”, (BONDÍA, 2002, p. 24) somente o indivíduo experiente
é que estará suscetível a uma autotransformação. Outrossim, esses alunos precisam realmente
praticar, se expor literalmente a música de uma forma ativa, ou seja, tentar
compreender um pouco do que está havendo ao ouvir uma determinada música, mesmo
que seja de maneira simples, como por exemplo, tentar compreender a métrica, o
andamento, e assim por diante.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Aulas 7 e 8 Reflexões:
Ao longo dessas semanas
tenho observado vários pontos positivos e negativos durante minhas aulas.
Primeiramente os pontos positivos são: não há indisciplinas, problemas de
conversas paralelas que atrapalham o andamento das aulas, ou mesmo dispersão
por parte dos alunos, todos procuram se empenhar para a realização dos
exercícios propostos. Pontos negativos: o quantitativo de alunos é muito
variável, toda aula surgem novos alunos o que obriga a recapitulação dos
conteúdos da aula passada, a maioria não busca contextualizar os conceitos
teóricos discutidos durante suas apreciações musicais quer seja no lar ou
qualquer lugar, o que facilitaria durante nossas discussões em sala de aula
sobre andamento, tempos fortes e fracos, movimento básicos sobre regência, a maioria
não busca desenvolver o lado musical, como por exemplo, a fórmula de compasso
de uma música qualquer que se ouve, aonde se situa os tempos fortes e fracos.
Vale ressaltar que toda aula sugiro que busquem compreender tais conceitos
através da prática, ou seja, tentar achar o andamento da música que se ouve num
dado momento de lazer, descontração, achar os tempos fortes e fracos, a fórmula
de compasso, depois reger a música, pois assim trará a eles uma compreensão dos
conteúdos abordados.
A prática é que os
levará a perfeição, não adianta querer reger os hinos na hora “H”, isso os
deixará mais inseguros e indecisos. Algo interessante é que conforme estão
tendo as aulas de música na igreja, o bispo os tem designados a reger os hinos
durante as reuniões da igreja, sendo um pianista, um regente, e toda
congregação cantando os hinos. No domingo passado, 12 de outubro, tivemos como
pianista a aluna "CIGLANA" e como regente a aluna "BELTRANA", ambas são irmãs com a
diferença de idade de cerca de 5 anos, e sinceramente fiquei contente com o
desempenho delas. A pianista, a princípio estava nervosa, mas
com o decorrer da reunião se saiu muito bem. A regente, estava muito apreensiva em
realizar os movimentos básicos de regência, porém conseguiu executá-los bem.
Logicamente que ambas não tocaram e regeram com perfeição, em dados momentos a pianista errava algumas notas ao piano, e a regente errava alguns movimentos na
regência, mas obtiveram sucesso por fazerem o melhor que podiam. Acredito que o
sucesso está aliado a isso, em fazer o melhor em que está a seu alcance, todos
nós sabemos que um bom músico não se faz da noite para o dia. Faço uma breve
comparação com a citação de Harris e Hawkesley relacionada ao processo
composicional, aliada ao processo de aprendizagem musical.
“Quando os
alunos selecionam e organizam sons em uma peça de música, por mais simples que
suas tentativas possam ser, ainda assim estão compondo” (HARRIS e HAWKESLEY,
198, p. 2-3).
Assim, como o Swanwick
disse certa vez, precisamos educar nossos ouvidos para a apreciação, á medida
em que aprendemos a escutar, ou seja, conforme eles aprendem os conceitos
teóricos sobre música e tenta alia-los na hora da apreciação, o resultado será
mais produtivo, consequentemente os trará novos conhecimentos musicais.
Aulas 5 e 6 Reflexões:
Durante essas aulas revisei alguns conceitos teóricos, como as figuras musicais, os tempos fortes e fracos, as fórmulas dos compassos quaternário, ternário e binário. Para ilustrar um pouco dos tempos fortes e fracos utilizei o pandeiro para realizar breves ritmos enfatizando o tempo forte e distinguir das batidas fracas, para que os alunos pudessem compreender a diferença entre o quaternário, binário e ternário. Após realizar esses breves exercícios e interagir com os alunos, fomos para as figuras musicais utilizando nomenclaturas de fácil compreensão, como por exemplo, a semibreve (Dá-a-a-a), mínima (Dá-a), semínima (Dá), e duas colcheias (Dá-Ná), quatro semicolcheias (Ti-Ke-Ta-Ke) com isso realizamos breves exercícios rítmicos com as figuras musicais para melhor compreensão. Os alunos participaram e corresponderam de forma positiva, e conforme compreendiam os conteúdos propostos, explicava outras terminologias técnicas, como por exemplo, o sinal de ritornelo, sua função dentro da música, o travessão que separa cada compasso, a barra dupla, para que servem.
Conforme explicava no quadro o significado de cada um desses itens contextualizava-os com o hinário padrão da igreja para que pudessem identifica-los. Fizemos vários exercícios rítmicos com a escrita no quadro.
De maneira geral os alunos têm compreendido os conteúdos propostos, nesse estágio em especial, não convivi com as indisciplinas, conversas paralelas ou algo do tipo, mas senti variação na frequência das aulas por conta de ser aos domingos à tarde e talvez por isso tenha variado bastante.
O nível de conhecimento musical da turma é bem básico, e o objetivo central das aulas era habilitá-los a ter noções mínimas para reger os hinos da igreja durante as reuniões ou mesmo no lar, e ainda o canto coral para que pudessem contextualizar os conceitos teóricos com a prática musical direta. Logicamente que esse projeto não visa o ensino formal aplicado a um dado instrumento musical, mas sim em dar noções mínimas a esses alunos, sobre o ritmo, o andamento, fórmulas de compasso, tempo tético, anacrústico, figuras musicais, e noções básicas sobre regência.
Aulas 3 e 4 Reflexões:
Para essas aulas revisei alguns conceitos teóricos abordados na aula passada, como o pulso, tempos fortes e fracos, as fórmulas de compasso, breves exercícios para ensiná-los os movimentos básicos de regência e dar lhes o mínimo de conhecimento sobre música.
Tenho utilizado uma linguagem mais simples, para facilitar a compreensão deles. Ainda sim a maioria tem bastante dificuldade em compreender os conteúdos propostos. Assim, para ajuda-los, usei exemplos musicais do próprio hinário, para facilitar a compreensão, por justamente ser do conhecimento da maioria, e ainda outros tipos de música para ampliar a visão do conceito que tem sobre música.
Para ilustrar a aprendizagem musical da turma, tenho utilizado exemplos musicais, terminologias de fácil compreensão, como por exemplo, nomear as figuras musicais com silabas que facilitem a compreensão, a semínima sendo tá-a, colcheias ta-da, semicolcheias ti-que-ta-que, dentre outras formas. Para os conceitos sobre regência tenho desenhado a forma de realizar os movimentos com os braços para as fórmulas de compasso, quaternário, ternário, binário, no quadro negro, e depois praticado com os alunos.
No quesito avaliação da aprendizagem, julgo ser eficaz, pois tenho os observado após as aulas com eventuais perguntas relacionadas ao conteúdo ensinado, sem contar com o desejo em buscar novos conhecimentos relacionados aos assuntos abordados.
No geral a implementação dessas aulas de música na igreja tendo sido uma experiência interessante, já que conheço a maioria deles, e vejo que estão começando a desvendar alguns mistérios relacionados à música, além da associação dos conteúdos propostos das aulas há outros estilos musicais, como por exemplo, qual é a fórmula de compasso dessa música, onde estão os tempos fortes e fracos, o andamento é lento, rápido, o som dos instrumentos, etc.
Nessa turma possui alguns alunos que estão iniciando os estudos no piano, e de certa forma, as aulas tem contribuído a compreensão da escrita musical não só a esses alunos, mas a todos.
Na igreja as músicas são geralmente escritas no pentagrama, e quando se forma algum coral, os arranjos são escritos para piano e vozes, e de certa forma isso acaba estimulando os membros a buscar compreender os conceitos musicais sobre o pentagrama.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Debate e reflexões sobre o estágio
O encontro presencial foi bem produtivo, pudemos trocar um pouco das experiências desse estágio. Algo interessante é a autonomia que estamos exercendo nesse estágio, pois antes a maioria demonstrava um pouco de receio, medo, e às vezes dificuldades em conduzir uma aula, mas no geral todos nós amadurecemos, estamos mais confiantes na hora da atuação em sala de aula.
Aulas
1 e 2 Reflexões:
Nessa aula inicial abordei alguns conceitos teóricos sobre teoria musical, como por exemplo, o que compreendem como sendo música, o que é o ritmo, a melodia, a harmonia, baseando tais conceitos no hinário padrão da igreja para melhor compreensão. Ainda, o que seriam os tempos fortes e fracos, a pulsação musical, andamento, pois na igreja em que estou estagiando é de praxe haver uma pessoa regente para os hinos e outra tocando o piano juntamente com toda a congregação cantando, assim tais ensinamentos visam capacitar os membros pelo menos terem uma ideia sobre a notação musical, seus valores, nomenclaturas, além dos movimentos básicos para reger as fórmulas de compasso, binário, ternário e quaternário.
O ensino coletivo tem sido aplicado, mesmo por que a frequência de alunos durante as aulas tende a sofrer variações, por conta de ser um curso de música gratuito. No decorrer das aulas utilizei diversos áudios de músicas de vários estilos musicais, para caracterizar algumas fórmulas de compasso, como por exemplo, o samba, o choro, o baião, para os compassos binário simples, e o pop rock, balada para associar o quaternário, a valsa para o ternário, etc. Aproveitarei para não só mostrar onde se encontram os tempos fortes e fracos aos alunos, mas também para treinar os movimentos básicos de coordenação para a regência.
Durante as aulas utilizo um irmão para tocar o piano, por justamente contar com a interpretação de cada pianista, e ainda sim para treinar os alunos a compreenderem se o hino é tético, anacrústico, acéfalo, ou mesmo para mostrar como deverá proceder quando estiver como regente a frente da congregação. Quando não tem ninguém que toque o piano, utilizo áudios dos hinos com várias interpretações diferentes para que possam entender, e treinar a regência.
Como avaliação da aprendizagem, a princípio estão um pouco perdidos por conta de ser algo novo a grande maioria deles, acredito que no decorrer das aulas estarão mais a vontade e preparados para compreender os conteúdos propostos.
O que estou levando em conta para efeito de avaliação é a participação dos alunos, o interesse nos conteúdos propostos.
Durante as aulas busquei utilizar materiais de costume dos membros da igreja, como o hinário da igreja, para o conteúdo musical hinos que os alunos conheçam, além disso, estou priorizando utilizar uma linguagem mais simples para que todos consigam absorver o mínimo possível.
Nesse sentido Bondía (2002) ressalva a ideia da “aprendizagem significativa”, como o sujeito sendo o buscador da informação primeiramente, depois opina sobre algo em questão de forma própria, crítica e pessoal. Assim, acredito os alunos estão na condição inicial de sujeitos buscando a informação, no caso, nas aulas de música, depois começaram a opinar, desfrutar de novos saberes, provar novas fontes.
domingo, 14 de setembro de 2014
Projeto de Estágio
1. TEMA
DO PROJETO
Noções Básicas em
Música Aplicadas a Regência e Coral na Igreja
2.
INTRODUÇÃO:
A Igreja de Jesus Cristo Dos Santos Dos Últimos
Dias possui 06 unidades na cidade de Anápolis-GO sendo chamadas de Ala[1]
para facilitar a frequência dos membros da igreja que moram naquele espaço
geográfico determinado pela Ala.
A unidade que irei
atuar é a chamada de Ala "TAL" e possui um Bispo[2] FULANO, dois conselheiros[3]
sendo o 1° CIGLANO e o 2° BELTRANO. Essa unidade possui
cerca de 90 membros ativos que frequentam regularmente as reuniões da igreja
aos domingos. A música é sempre de forma simples sendo acompanhada apenas de um
piano, juntamente com um regente e os próprios membros cantam através de um
hinário da igreja que contém cerca de 209 hinos cristãos. Em ocasiões especiais
são formados corais para apresentações de fim de ano, ou mesmo reuniões de
caráter especial, como conferência de estaca[4],
batismo, conferência de ala, dentre outras.
Os membros da igreja em
sua maioria não possuem conhecimento teórico ou prático sobre música, muitas
vezes cantam os hinos baseados no que já ouviram ou mesmo pela melodia tocada
ao piano. As pessoas que se prontificam a tocar o piano na maioria das vezes
possuem pouco domínio do instrumento, mas ainda sim tem o mínimo de
conhecimento sobre a escrita musical já que os hinos da igreja são todos padronizados
e escritos para piano ou teclado.
Pretendo trabalhar
nessa Igreja não só por fazer parte dela, mas também pela ótima receptividade
dos membros, e convite da responsável de música da Ala, a irmã FULANA, sendo ainda a regente do coral da estaca, que é
composto pelos membros das 06 unidades (Alas). A referida irmã sempre me
convidou a ministrar aulas de teoria musical na Ala, mas infelizmente nunca
consegui atende-la. Dessa vez e com um projeto básico sobre noções de regência,
irei atuar como professor de teoria musical em conjunto com a irmã FULANA, e ainda na formação de um coral composto por membros da Ala, sendo adultos, jovens e possivelmente crianças.
O espaço físico da Igreja é amplo e
oportuno para a realização de atividades musicais, que geralmente acontecem no
salão sacramental[5]
que possui espaço e cobertura, caixa de som, microfone, cabos para entrada de
som e data show.
3.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:
A apreciação é um processo interno e subjetivo sendo difícil
de ser medido e analisado pelo professor, para tanto é importante que o aluno
demonstre de forma musical sua relação com a música em outras modalidades
dentre elas a composição e a performance. Para o aluno “é fundamental que o
conteúdo a ser integrado aos seus saberes tenha alguma significação e
relevância lógica e/ou prática, para que possa ser agregado ás suas atividades
cotidianas” (NAZARIO e MANNIS, 2014, p. 66).
Atividades que
proporcionam o contato direto com a música auxiliam não só o processo de
aprendizagem musical, mas também na apreciação de forma ativa, já que “as
estruturas cognitivas que permeiam as diferentes modalidades apreciação, performance
e composição correspondem aos esquemas interpretativos do indivíduo, à dimensão
que chamamos de compreensão musical" (FRANÇA,
2002, p. 22).
O
ouvir permeia toda experiência musical ativa, sendo um meio essencial para o
desenvolvimento musical. É necessário, portanto, distinguir entre o ouvir como
meio, implícito nas outras atividades musicais, e o ouvir como fim em si mesmo.
No primeiro caso, o ouvir estará monitorando o resultado musical nas várias
atividades. No segundo, reafirma-se o valor intrínseco da atividade de se ouvir
música enquanto apreciação musical (FRANÇA, 2002, P. 12).
4.1 OBJETIVO GERAL:
- Desenvolver o conhecimento rítmico, aural, vocal, a coordenação motora para reger, através de hinos cristãos.
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Ensinar conceitos teóricos básicos sobre música;
- Apreciação e execução de músicas cristãs através do canto coral;
- Ensinar os movimentos básicos de regência aplicados às músicas contidas no hinário da igreja;
- Praticar os movimentos de regência com as músicas contidas no hinário da igreja;
- Praticar canto coral acompanhados pelo piano com arranjos específicos dos hinos propostos;
5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Oração de uma criança;
- Juventude da Promessa;
6. METODOLOGIA:
- Utilização dos aspectos práticos do planejamento para integração do Modelo (T)EC(L)A (SWANWICK, 1979) e as dimensões de crítica musical (SWANWICK, 2003).
7. RECURSOS DIDÁTICOS:
- Apostila do curso de regência;
- Folha com explicações sobre teoria musical;
- Folhas com as partituras das músicas propostas;
8. RECURSOS MATERIAIS:
- Note book;
- Data Show;
- Cabos P10;
- Ipod;
- Quadro Negro;
- Giz;
- Piano ou teclado;
- Estante de partitura
- Câmera para captação de áudio e vídeo das aulas;
9. AVALIAÇÃO:
- O grau de atenção ao conteúdo abordado;
- O nível de comprometimento com as atividades propostas;
- Como foi a aprendizagem através da prática musical direta;
- A interação entre si e professor;
- A desenvoltura na tentativa de reger as músicas propostas;
10.
PLANEJAMENTO GERAL DOS MÓDULOS:
Data
|
Módulo
|
Tema
da aula
|
Objetivos
|
Atividades
|
14/09/14
|
I
|
Introdução
á música
|
Ensinar breves conceitos teóricos
musicais.
|
Realizar
uma breve explicação teórica sobre os fundamentos musicais, e nomenclaturas
utilizadas dentro da linguagem.
|
21/09/14
|
I
|
As
figuras musicais
|
Ensinar conceitos teóricos
musicais.
|
Realizar
uma breve revisão sobre o conteúdo passado, inserir novos conceitos teóricos,
como a pulsação, tempos fortes e fracos, a fórmulas de compasso.
|
28/09/14
|
II
|
A
regência aplicada a hinos cristãos
|
Ensinar os movimentos básicos de
regência.
|
Apreciar áudios musicais;
Contextualizar os conceitos de pulso,
tempo forte e fraco, através dos áudios;
|
05/10/14
|
II
|
A regência aplicada a hinos
cristãos II
|
Praticar os movimentos básicos de
regência.
|
Praticar a regência através do áudio
de hinos de forma individual e coletiva.
|
12/10/14
|
III
|
O canto coral
|
Formar
um coral com vozes masculinas e femininas.
|
Formar um coral com vozes masculinas e
femininas com acompanhamento de piano.
|
19/10/14
|
III
|
O canto coral II
|
Promover
o canto coral com vozes masculinas e femininas.
|
Realizar uma apresentação do coral com
as músicas propostas.
|
10.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. Rio de Janeiro: Editora
Moderna, 2003.
SWANWICK, Keith. Permanecendo fiel a música
na educação infantil. II Encontro Anual da ABEM. Porto Alegre/RS Maio,
1993.
SANTOS, Cleonice.
Preferências musicais de alunos de 5ª a 8ª a série da rede municipal de
ensino de Curitiba "significados da escuta“. 2007. 124 f. Dissertação
- Curso de Pós-Graduação em Educação, Setor de Educação, Universidade
Federal do Paraná, Curitiba, 2007.
FRANÇA, Cecília.
Composição, apreciação e performance na educação musical: teoria pesquisa e prática. EM PAUTA v.13
- n.21 dez 2002.
[1] Nome
dado para estipular qual capela os membros devem frequentar dentro de um espaço
geográfico determinado, como por exemplo, as paróquias da igreja católica.
[2] O
mesmo que pastor ou padre com a diferença que esse líder não recebe remuneração
para tal sendo um trabalho estritamente voluntário e abnegado.
[3] Pessoas
que são chamadas para apoiar, ajudar, aconselhar e somar juntamente com o bispo
da ala a que pertencem.
[4] Seria
a reunião de todas as alas, e toda estaca tem uma unidade (capela) como sede.
No caso daqui a sede da estaca é na Ala "TAL" que fica no centro da cidade.
[5] Local
onde são realizadas as reuniões da igreja, em especial a reunião sacramental, similar
ao culto religioso em outras religiões.
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