Aulas 3 e 4 Reflexões:
Para essas aulas revisei alguns conceitos teóricos abordados na aula passada, como o pulso, tempos fortes e fracos, as fórmulas de compasso, breves exercícios para ensiná-los os movimentos básicos de regência e dar lhes o mínimo de conhecimento sobre música.
Tenho utilizado uma linguagem mais simples, para facilitar a compreensão deles. Ainda sim a maioria tem bastante dificuldade em compreender os conteúdos propostos. Assim, para ajuda-los, usei exemplos musicais do próprio hinário, para facilitar a compreensão, por justamente ser do conhecimento da maioria, e ainda outros tipos de música para ampliar a visão do conceito que tem sobre música.
Para ilustrar a aprendizagem musical da turma, tenho utilizado exemplos musicais, terminologias de fácil compreensão, como por exemplo, nomear as figuras musicais com silabas que facilitem a compreensão, a semínima sendo tá-a, colcheias ta-da, semicolcheias ti-que-ta-que, dentre outras formas. Para os conceitos sobre regência tenho desenhado a forma de realizar os movimentos com os braços para as fórmulas de compasso, quaternário, ternário, binário, no quadro negro, e depois praticado com os alunos.
No quesito avaliação da aprendizagem, julgo ser eficaz, pois tenho os observado após as aulas com eventuais perguntas relacionadas ao conteúdo ensinado, sem contar com o desejo em buscar novos conhecimentos relacionados aos assuntos abordados.
No geral a implementação dessas aulas de música na igreja tendo sido uma experiência interessante, já que conheço a maioria deles, e vejo que estão começando a desvendar alguns mistérios relacionados à música, além da associação dos conteúdos propostos das aulas há outros estilos musicais, como por exemplo, qual é a fórmula de compasso dessa música, onde estão os tempos fortes e fracos, o andamento é lento, rápido, o som dos instrumentos, etc.
Nessa turma possui alguns alunos que estão iniciando os estudos no piano, e de certa forma, as aulas tem contribuído a compreensão da escrita musical não só a esses alunos, mas a todos.
Na igreja as músicas são geralmente escritas no pentagrama, e quando se forma algum coral, os arranjos são escritos para piano e vozes, e de certa forma isso acaba estimulando os membros a buscar compreender os conceitos musicais sobre o pentagrama.
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