segunda-feira, 17 de novembro de 2014


Aulas 17 e 18:

Nessa última semana o coral foi bem proveitoso, por incrível que pareça surgiram novas pessoas para cantar, consequentemente enriqueceu a massa sonora do coral. 
Novamente dividimos o ensaio entre vozes femininas e vozes masculinas, já que tinham novos alunos, com isso, passamos as duas músicas sendo Jesus num presépio e Anjos descem a cantar. No geral as vozes ficaram a contento, pelo pouquíssimo tempo de ensaio que tivemos e uma boa parte das vozes ter ensaiado a música pela primeira vez, o resultado foi satisfatório. Conforme havia combinado, darei continuidade ao coral mesmo tendo encerrado o estágio, pois teremos uma cantata de natal em dezembro.

domingo, 9 de novembro de 2014

Debate e Reflexões do Estágio Supervisionado em Música 4



Aulas 15 e 16:

Nessa semana a aula foi bem mais participativa, devido a vários desafios enfrentados ao longo do estágio por conta da variedade de alunos em cada atuação, resolvemos (eu e a irmã Marília) divulgar a formação de um coral por todas as outras unidades da igreja pela cidade. Consequentemente o interesse aumentou bastante, e as músicas parecessem ter tomado mais forma durante essa semana. Inicialmente trabalhei com as vozes masculinas sendo duas músicas, “Jesus num presépio” e “Anjos descem a cantar”, já que a princípio faremos uma apresentação de fim ano na igreja com esse coral. Talvez essa animação seja por conta dessa apresentação de final de ano do coral, o que deixou as aulas bem mais movimentadas e animadas. Para que os ensaios fluíssem melhor separei os ensaios em vozes femininas e vozes masculinas, sendo as vozes femininas ensaiadas comigo primeiramente, depois treinadas pela irmã Marília e uma pianista. As vozes masculinas dei um pouco mais de atenção por conta de serem a minoria e ainda pelo pouca quantidade de tenores. Contudo hoje fizemos um ensaio geral com todas as vozes e começou a dar um aspecto de coral. Obviamente ainda existem muitos detalhes a serem lapidados, mas fiquei feliz e satisfeito com o desempenho deles. Nas aulas passadas enfrentamos alguns desafios em relação ao número de mulheres ser maior do que o de homens, mas essa semana já começou a alguns homens a se interessarem pela coral, espero que firmem compromisso e somem ainda mais nas vozes.

sábado, 1 de novembro de 2014

Aulas 11 e 12 reflexões:
Nessa semana deu mais ênfase no canto coral, trabalhamos com algumas músicas da igreja, como por exemplo, “Juventude da promessa”, em que podemos formar um breve coral para trabalharmos a música. Algo interessante é que os componentes do coral, em sua grande maioria não eram os alunos que estavam presentes ao longo das semanas nas aulas, porém pelo pouquíssimo tempo que tivemos para ensaiar a música, o resultado foi satisfatório. Propus algumas músicas de caráter natalino para que pudéssemos ensaiar a partir de semana que vem, sendo elas “Jesus no presépio” e “Anjos descem a cantar”, espero que isso mobilize outros participantes, para formarmos um coral para uma apresentação natalina no fim do ano.
Tenho adotado esse procedimento para motivar outras pessoas a participarem não só das aulas de música, mas principalmente a cantar no coral, já que fazer parte de um coral tende a ser mais interessante, do que somente obter aulas teóricas relacionadas à regência.
Aulas 9 e 10 Reflexões:
Nessas aulas em especial, comecei a trabalhar mais com a prática, aliada aos conceitos teóricos abordados ao longo das aulas, como os tempos fortes e fracos, as fórmulas dos compassos simples, como o quaternário, o ternário e o binário, juntamente com seus respectivos compassos compostos, para orientá-los na hora de reger. Para ilustrar um pouco dos tempos fortes e fracos, utilizei o áudio de alguns estilos musicais na tentativa de leva-los a uma compreensão mais eficaz. Infelizmente a grande maioria deles errou praticamente tudo, para encontrar a fórmula de compasso da música em questão. Algo interessante é que quando visualizam a escrita musical, como por exemplo, nos hinários da igreja, parece que associavam melhor a música tocada ao piano com a métrica, consequentemente conseguiam reger melhor, do que apenas ouvir um áudio qualquer e tentar localizar os tempos fortes e fracos. Assim, dei mais ênfase nesse quesito, identificar o andamento, depois os tempos fortes e fracos da música, com isso, saber qual fórmula de compasso estava em questão.

No geral os alunos esboçaram desejo em participar, mas apresentaram bastante dificuldade, para encontrar a métrica das músicas e onde se situavam os tempos fortes. Nas palavras de Bondía (2002), “o sujeito da experiência se define não por sua atividade, por sua passividade, por sua receptividade, por sua disponibilidade, por sua abertura”, mas sim na maneira da “exposição” a uma dada atividade juntamente com todos seus riscos, ou seja, é impossível haver experiência a aquele que “nada ocorre”, (BONDÍA, 2002, p. 24) somente o indivíduo experiente é que estará suscetível a uma autotransformação.  Outrossim, esses alunos precisam realmente praticar, se expor literalmente a música de uma forma ativa, ou seja, tentar compreender um pouco do que está havendo ao ouvir uma determinada música, mesmo que seja de maneira simples, como por exemplo, tentar compreender a métrica, o andamento, e assim por diante.