sábado, 24 de setembro de 2011

Curiosidades

 Jazz um ritmo antigo, porém atual
Muito já se falou e escreveu sobre a dificuldade de se definir o jazz. Uma linha afirma que o jazz não é o que se toca, mas como se toca. Pode-se dizer que dois elementos são absolutamente necessários em uma performance de jazz: o swing e a improvisação.
Nenhuma apresentação ou gravação de jazz está completa se não tiver algum trecho improvisado. Uma peça de jazz cem por cento escrita e fixada em partitura é uma contradição – já que o jazz por definição é um estilo musical do improviso – desta forma, peças como a "Suíte para Flauta e Piano de Jazz", de Claude Bolling, não pode ser classificada como sendo jazz. Fazer jazz significa assumir um risco: o risco de se confrontar com o silêncio e preenchê-lo com um discurso inédito e próprio, o risco de ser um "compositor instantâneo", como dizia Charles Mingus*.
Hoje em dia, os gostos musicais nos permitem cultivar todos os gêneros de jazz, desde o dixieland até o experimentalismo free, dos velhos e bons standards às mais ambiciosas composições originais para grandes formações. Mas qual seria o estilo de jazz próprio dos dias de hoje? Talvez o jazz feito com instrumentos eletrônicos - samplers e seqüenciadores - num cruzamento com o tecno e o drum´n´bass. Se esse jazz possui a consistência para não se dissolver como tantos outros modismos, só o tempo dirá.




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Charles Mingus


*Charles Mingus – 22 de abril de 1922 à 05 de janeiro de 1979 – contrabaixista, compositor e ocasionalmente pianista de jazz. É colocado entre os grandes nomes do mundo do Jazz, tendo gravado vários álbuns muito apreciados pelos amantes deste estilo musical. Foi também influente e criativo músico, porém com um terrível temperamento que lhe rendeu o apelido Angry man of jazz (o zangado homem do jazz). Este comportamento negativo acabou por comprometer a sua integridade musical, resultando em autênticas cenas de raiva no palco, mas é considerado, ao lado de Thelonious Monk e Duke Ellington, um dos três maiores compositores do Jazz.




Curiosidades


“JAZZ - HISTÓRIA”
                                                                              

O Jazz é um estilo musical nascido do blues, das work songs dos trabalhadores negros norte-americanos que surgiu nos EUA por volta do início do século XX, é originado de manifestações artístico-cultural da cultura afro-americana, que colocavam em suas canções um idioma musical africano traduzido pelo estilo spirituals, que nada mais são do que canções de sentimentos religiosos.
O termo jazz começa a ser utilizado no final dos anos 10 e início dos anos 20, para descrever um tipo de música que surgia nessa época em New Orleans, Chicago e New York com os primeiros músicos e criadores deste estilo musical, que até hoje são considerados marcos deste movimento cultural.
O Jazz passou por uma extraordinária sucessão de transformações durante o século XX, é notável como essa música se modificou tão profundamente em 120 anos de sua existência.
A evolução do jazz, assim como a das demais artes, seguiu um padrão de movimento pendular, com tendências que se alternam apontando em direções opostas. No seu início com as dixielands, já nos anos 30 surge o primeiro estilo maciçamente popular do jazz – o swing – que, por ser dançante e palatável, agradou às multidões durante a época da guerra. Em 1945 surge o estilo menos popular – o bebop – que foi revisto e ampliado em 1950 – o hard bop. Como uma proposta intelectualizada e em resposta à agressividade dos estilos anteriores surge o cool jazz, que está para o jazz assim como a música de câmara está para a música erudita. O cool e o bop dominaram os anos 50, até a chegada do experimentalista free jazz traduzindo as incertezas dos anos 60, que em seu final vê a fusão do jazz com o rock, que resultam em obras de todos os gostos.
Sendo assim o Jazz é um estilo musical bastante harmônico e que permite cultivar todos os seus gêneros, desde o dixieland até o free, desde os velhos e, porque não, amados Standards  até as mais ambiciosas composições originais – destinadas a grandes formações. E qual seria o mais apropriado para o hoje? Como respostas podem apostar em jazz com instrumentos eletrônicos entrelaçado com o tecno e o drum’n’bass. Se isto irá durar somente os anos poderão nos dizer.
Fontes:
http://www.jazz.com - Categoria: Portal / Informação

http://www.allaboutjazz.com - Categoria: Informação / Jornalismo

Curiosidades


 
Tecnologia
(Letra e música Fábio Eugênio de A. Ferreira)
G               D                        Em         C  
Tecnologia é a gica que encontra o mundo
É a transformação da informação, comunicação efetiva dos dados
É a noite de um futuro brilhante de fato é a origem de uma nova linguagem
É a lógica que estrutura e sustenta a nossa atualidade
O infinito dentro de poderosos processadores (D7)
1x
 
Tecnologia é a gica que encontra o mundo
É a transformação da informação, comunicação efetiva dos dados
Am                       C
Gerando e recuperando
 Fornecendo possibilidades
Abrindo novos caminhos
                              D7
Tornando-os realidades
2x
 
Tecnologia é a gica que encontra o mundo                                       
É a transformação da informação, comunicação efetiva dos dados

Observações:
O refrão tocado na segunda vez é executado em faid out.

Curiosidades

Ciberespaço

A idéia inicial do empresário de colocar um computador no muro e ver a reação das crianças foi algo inovador e surpreendente. Percebemos que a curiosidade das crianças levou-as a aprender a navegar e conseqüentemente estavam sendo alvos da "inclusão digital". Em nosso país o acesso a internet banda larga ainda é para poucos, muitas regiões não se tem acesso nem se quer a discada. Essa tecnologia, utilizada de maneira benéfica, pode ser uma fonte de conhecimento constante, o livre acesso a notícias do Brasil e do mundo, fonte de comunicação, interação, estudo, enfim algo único e essencial nos dias atuais.
Vemos que cibercultura é algo destinado não somente aos que conhecem o universo do ciberespaço, mas também para quem pretende conhecer.
Percebe-se que oferecer a oportunidade de notar que o ciberespaço está provocando uma profunda transformação nas culturas humanas, é criativa e controvertida.
Diante dessa afirmação temos diretrizes para nos basearmos neste novo modelo de comunicação de uma maneira inteligente e benéfica.
Em relação à educação o Ciberespaço atribui ferramentas para o professor se tornar um incentivador da “inteligência coletiva” e não apenas um fornecedor direto de conhecimento. A partir do advento da internet, novas formas de codificação do saber
foram postas em jogo. O modelo então de pesquisa e troca de conhecimento passa a ser mais interativo, mais imediato e por esse motivo há uma necessidade de reformulação no modelo tradicional de escola.
Quando falamos em cibercidadania, podemos concluir que é preciso interagir mais virtualmente para se existir no território real. Com esta exploração as potencialidades do indivíduo podem se re-organizar sozinhas ou em grupo para articular assuntos que dizem respeito a diversos temas, podendo assim, ser um agente presente nas decisões públicas, ajudando assim a descentralizar a informação.
Segue o link do vídeo 
http://youtu.be/Xx8vCy9eloE